domingo, 10 de janeiro de 2010

Post rápido, antes que seja tarde, sobre nomes curiosos

Hoje deu vontade de relaxar um pouco. Percebo que perdi um pouco do controle do blog e o Januário, meu outro eu, tem dado um jeito de falar das mesmas coisas. Ele é meio xiíta e anda falando mal da governadora e da RBS. Não tem respeito mesmo. Ele vem com papos de apelidar a Yeda de "mulher-tocha", não-sei-o-que-mais ou fica citando o Cloaca News e dizendo que a RBS não é confiável. Mas hoje não! Hoje eu consegui chegar primeiro e vou postar o que eu quero. Nada de ficar botando em dúvida o caráter do Boris Cazoy (já vi escrito com "z" e com "s" por isso, nem tente me corrigir porque nenhuma das vezes que vi foi na certidão de nascimento do indivíduo). O meu outro eu ainda tem a cara de pau de formatar mal os textos. Tem mania de não cortar os parágrafos. Que saco! Mas eu não. Vou cortar este só por desaforo.
Viram? Cortei! Agora vou falar do que eu realmente quero. Vou falar de algo que vem me tirando noites de sono, como o motivo que leva alguns músicos em colocar títulos esquisitos em suas músicas e em bandas escolherem nomes estranhos.
Começo falando de algumas bandas, obviamente de rock.
Certamente o meu leitor já ouviu algo da Graforreia Xilarmônica. É um nome estranho mesmo. Parece que foi tirada de um dicionário. E foi. Mas isso já não soa tão estranho assim. Estranho mesmo é abrir o hd do meu pc e escutar coisas do tipo "Atahualpa Y Os Panquis", "Aristhóteles de Ananias Jr", "Filhos da Pauta", "Júpter Apple" (embora esse não seja algo tão esquisito assim, mas devidas as circunstâncias em que surgiu, realmente surpreende). Mas esses são alguns nomes e dos menos estranhos.
Mas o interessante mesmo é observar títulos de música. Aí a coisa não fica só no rock. Tem muita gente de várias tendências musicais. Aí vai uma listinha que deixo aberta ao leitor que queira contribuir e aumentá-las:
* Canibal vegetariano devora planta carnívora - Engenheiros do Havaí;
* Do mastigativo ao defecativo - Falcão;
* Lem-ed-ecalg - Módulo 1000;
* Pra viajar no cosmos não precisa gasolina - Nei Lisboa;
* Jesus não tem dentes no país dos banguelas - Titãs;
* Ou é ou deixa de é - Falcão.
Claro, é apenas uma listinha bem pequena pra provocar os leitores que conhecem outras, inclusive outros "artistas" que tenham nomes estranhos. Conheço outros, mas não pretendo ficar pesquisando e citei só o que lembro no ligeirão, antes que meu outro eu apareça e me faça deletar este post e retome o papo político chato. Por favor, leitores, contribuam antes que seja tarde e esse outro otário que vive dentro de mim resolva deletar este texto.


* Em tempo: este comentário foi escrito em duas etapas porque, quando estava na metade dele, meu outro eu apareceu e precisei desligar o computador antes que ele tomasse as rédeas. Terminei tudo rápido agora pra evitar que aconteça o mesmo. Se esse post for publicado, é sinal de que fui mais rápido que el

2 comentários:

Profano disse...

Mas, feito um politizadozinho que gosta deprocurar metáforas e metádentros políticas em tudo, digo que o glacê de mel ao contrário do módulo 1000 causou, curiosamente, bastante problemas à banda, que era perseguida pela repressão na ditadura, justamente porque ninguém era capaz de compreender os títulos das músicas dos rapazes.

Tear de Sentidos disse...

Hehe!!! Conheci teu blogue por meio do Douto e Profano.
Muito legal!!!!
Parabéns!
Voltarei mais vezes!
Bj, Tê!